domingo, 18 de dezembro de 2016

A todos, Boas Festas!

Desejamos a todos os que nos acompanham um bom descanso e Boas Festas.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Mistérios de Natal

Hoje, último dia de aulas do 1º período, foi dia de representações. Adaptámos uma história de Natal, de Alice Vieira - Mistérios de Natal, e quisemos partilhá-la com alguns dos nossos colegas de escola. Esperamos que eles tenham gostado de nos ver a darmos o nosso melhor. Não tivemos muito tempo para ensaiar e o espaço não era o mais adequado, mas correu tudo como planeado.
BOAS FÉRIAS PARA TODOS!



O Natal

A Carolina fez este lindo trabalho sobre o Natal. Ora vejam!




quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Presépios nossos

 
A reciclar,
Um presépio construí,
Com felcro, rolhas e garrafas,
Frascos de iogurte e barro,
Assim guardei numa tampa de metal,
A história do Natal.
 
Este presépio pode não estar perfeito,
Mas digo-vos uma coisa … eu estou satisfeito,
Porque gosto muito do Natal …
E deu-me muito gozo,
Fazer este trabalho para “Moral”.

Guilherme

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Teatro

Um dia especial com o Príncipe Nabo

   Olá, eu sou a Matilde e hoje venho contar-vos, como passamos a manhã do dia 30 de novembro. Fomos assistir à peça de teatro “O Príncipe Nabo”.
   A sala estava cheia de crianças do 5º ano, empolgadas para ver o que as esperava.
   Acenderam-se as " luzes da ribalta " e tudo começou! 
   Apareceram as primeiras personagens, o cozinheiro e a empregada que falavam da princesa Beatriz, que era esquisita e que nenhum príncipe lhe agradava. O Marechal da Corte interveio naquela conversa e mandou-os ir trabalhar. 
   Apareceu então a educadora da princesa que entrou em conflito com o Marechal da Corte - pareciam o cão e o gato. Nesse momento, entrou na sala o rei que conhecia bem a sua filha e perguntou ao militar quantos pretendentes lhe tinha arranjado. Ele respondeu, com alguma vergonha, que tinha conseguido três. Os primeiros dois príncipes eram meninos do 5 B (o Francisco e o Marcelo) e o último era um príncipe rap, mas nenhum agradou a princesa, ainda insultou o último apelidando-o de “nabo”. Seu pai, muito irritado, ordenou que o primeiro homem que entrasse naquela sala iria casar com ela. De repente, entrou António, o músico, com quem casou e com quem foi viver para a aldeia.
  A vida dela mudou, tinha muitas tarefas e o seu marido queria que ela aprendesse a descascar batatas.
  A Beatriz decidiu meter a conversa em dia com a vizinha Sandra (professora de Português do 5°D). Quando António chegou a casa ela entregou-lhe a batata meia descascada, presa numa faca e atirou as culpas para a vizinha. Ele ficou irritado, mas quando falou com a vizinha mudou o seu humor.
  Mais tarde, António propôs a Beatriz que fosse ajudar os empregados do castelo a preparar o casamento do príncipe e pediu-lhe que trouxesse alguma comida. Ela lá foi.
  Quando se preparava para ir embora, foi abordada pelo bobo e pelo Marechal que descobriram que ela estava a roubar, mas eles não valorizaram.
  O príncipe regressou ao Castelo e surpreendeu toda gente dizendo que a sua princesa era a Beatriz.
  A princesa Beatriz nem queria acreditar que António, o músico, afinal era o príncipe rap, com quem ela casou.
  O teatro é uma forma de transmissão de emoções e de conhecimentos, tornando as histórias mais divertidas.
  Muitos parabéns a todos os atores do Teatro Educa, estavam muito bem vestidos, tinham um belo cenário e representaram maravilhosamente. Para além de nos animarem, ainda cantarolamos bastante...


" Foi por um triz que a princesa Beatriz não teve um final feliz..."






segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Concurso Uma Aventura 2017

Uma aventura 2017
Visita a página e vê como é fácil concorrer é ganhar prémios 😉.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Apresentações orais de livros

Começámos esta semana com as apresentações orais de um livro à nossa escolha. Assim que seja possível, deixaremos aqui um pequeno resumo do livro que cada um de nós vai apresentando.

O Dragão de Luísa Ducla Soares, conta a história de uma menina, Ching Ling, que adorava répteis e cujo sonho era encontrar um dragão. Um dia, ao passar pela floresta, o seu sonho concretizou-se e viveram muitas aventuras juntos. Mas um dia, a menina teve que "devolver" o dragão à natureza. Francisca


Um espelho só meu, de Ana Saldanha. Este livro fala de uma menina, Clara, com 14 anos, que vivia com o pai, a madrasta e as suas filhas más com as quais não se entendia, por isso todos os dias desabafava com a sua melhor amiga, Inês. Clara tinha o sonho de ir à discoteca tal como as suas meias-irmãs, mas o seu pai respondia sempre «Clara és muito nova para ir à discoteca», ela ficava muito triste; até que finalmente Clara fez os seus 15 anos e como prenda concretizaram o seu tão desejado sonho: ir à DISCOTECA!!!!!  Mafalda

Diário de Sofia de Luísa Ducla Soares    Rui


O vento bateu à porta de Carlos Paixão, conta a história de um menino chamado Pedro que desejava conhecer o mundo, motivado pelas histórias que seu pai, camionista de profissão, lhe contava. Um dia, quando estava sozinha sozinho em casa, o vento bateu à porta, pegou no Pedro e levou-o a conhecer Portugal de lés a lés.  Diogo

O livro Peter Pan, fala-nos sobre três irmãos ( Wendy, João e Miguel), que um dia fazem uma viagem à Terra do Nunca com Peter Pan e Sininho. Na Terra do Nunca vivem uma grande aventura, graças aos planos maléficos do Capitão Gancho!                 Mariana

 As três fábulas, de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães, Letícia


O Menino-estrela de Óscar Wilde. Dois lenhadores voltam do trabalho na floresta para casa, numa noite fria de inverno, quando veem uma estrela-cadente. Ao aproximarem-se do salgueiro onde a estrela caiu, deparam-se com uma criança envolta num manto dourado, enfeitado com estrelas. Um deles leva a criança para casa, onde ela cresce: um menino vaidoso e cruel.Matilde

Abraços e beijinhos, de Christophe Loupy, fala-nos de um cão que resolveu sair de casa para descobrir um mistério que o intrigava há bastante tempo. É assim que parte numa viagem onde vai contactar com vários animais.         Carolina

       O Povo-Luz e os Homens Sombra, de Ana Zanatti. Um Povo de LUZ, diferente e especial, que vive num país utópico onde só se pratica o BEM e a PAZ é o sentimento dominante, sofre um dia a má influência de outros seres que inspiram MEDO e trazem consigo grande tristeza. Todos se juntam na tentativa de procurarem uma solução para esta situação, e o segredo é encontrado por uma joaninha, que traz consigo a solução e a moral da história através de uma ROMÃ: Só o AMOR nos salva.                                                                                Tatiana


       A flor de Abril, de Pedro Olavo Simões, conta-nos a história de um menino que quando voltava da escola ia sempre para a oficina do pai, ver os seus quadros novos. Um dia olhou com atenção para um quadro onde estava pintado um soldado com uma espingarda com um cravo vermelho na ponta. Pediu então ao pai para lhe contar a historia .           Guilherme

Gerónimo Stilton, Tomé

Uma questão de cor, de Ana Saldanha 
Simão

A tartaruga atropelada, de Carlos Paixão
Luís

O Vento Bateu à Porta, de Carlos Paixão
Sérgio

As Gémeas no Colégio de Santa Clara, de Enid Blyton
Fernanda

A Aia, de Eça de Queirós
Leandro

S.Teotónio, de Carlos Paixão
Tiago Correia

sábado, 19 de novembro de 2016

Feira do Livro

Na próxima semana iremos ter oportunidade de adquirir, ou apenas folhear, livros prontos a estrear, em mais uma edição da Feira do Livro, na nossa escola.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Lendas

Depois do estudo das fábulas, iniciámos, hoje, o estudo  das lendas e contos. E, por isso, não podíamos deixar de vos dar a conhecer a Lendas dos Santos Idos, onde a nossa terra - Sátão - está referenciada.
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Quando os Mouros vieram para Portugal e chegaram ao Sátão — já lá vão tantos anos que nem podem contar-se, ao chegarem aqui, roubaram o sino da igreja e levaram-no para o seu castelo, que era lá baixo, nos Santos Idos.
 Fecharam-se as portas da igreja e nunca mais na torre o sino do Sátão se ouviu, tal a saudade. Saudades da gente pelo sino e saudades do sino pela gente e pela sua igreja. E assim se passaram muitos anos e algumas gerações.
 Mas, quando os Mouros foram definitivamente vencidos e subjugados, os cristãos, correndo aos Santos Idos, foram lá encontrar uma coisa maravilhosa. Um sino de ouro, O sino que os Mouros tinham roubado e de que os avós e trisavós lhes falavam com tanta emoção.
 E tocava tão bem, tão bem, tão bem, que mal a notícia chegou a Viseu, os cónegos da catedral deram logo ordem: o sino do Sátão tem de vir para a Sé.
 E assim foi. Cavaleiros emplumados pegaram no sino, amuado e confrafeito, e levaram-no para Viseu.
 Ao chegar à cidade, o adro da Sé era uma colmeia. Todos queriam ouvir o sino de ouro do Sátão.
 Mas, posto na torre, e bimbalhado pelo sineiro do cabido, o sino não tocava. Insistiam com mais força. Mas o resultado era o mesmo, não tocava absolutamente nada.
 Se não toca, não presta. Parece de cortiça. Atirem com ele lá abaixo. E mandem dizer para o Sátão que o venham buscar, porque não vale nenhum.
 Foi o que no Sátão quiseram ouvir. Ajazeados o melhor que puderam, com os melhores cavalos e mulas, correram a Viseu.
 Pegaram no sino, atirado da torre abaixo, e toca, São João da Carreiraem fora, a caminho da sua terra.
 Passaram por Mundão, e o sino calado. Passaram por Cavernães, e o sino, na mesma, sempre mudo, como criança que, triste, não pode cantar. Mas quando chegaram às alturas da Barraca e se começou a ver a torre da igreja do Sátão, oh maravilha! o sino, espontaneamente, como que acordando, começa a tocar, a tocar, a tocar tão bem que, ouvindo-o, as pessoas correm para a estrada, a cavalo ou a pé, formando-se uma grande procissão até à igreja paroquial.
 E posto na torre, o sino continuou a tocar, a tocar sempre, até que, já de noite, o arraial se amainou e se apagaram as últimas candeias de azeite nas lareiras e nos casais. E nunca mais deixou de tocar assim.
 E é por isso que ainda hoje se diz que não há no mundo sinos que toquem tão bem como tocam, os do Sátão.
               Fonte Bibliográfica SOUSA, Albano Martins de Terras do Concelho de Sátão