sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Magusto Escolar - festa

"We Are The World" é uma canção idealizada e composta por Michael Jackson e Lionel Richie, gravada em 28 de janeiro de 1985 por 45 dos maiores nomes da música norte-americana, no projeto conhecido como USA for Africa. O projeto tinha como objetivo arrecadar fundos para o combate à fome no continente africano. Inspirados pelo Live Aid, festival organizado pelo músico irlandês Bob Geldof, que reuniu dezenas de astros da música mundial, Jackson e Richie convocaram um supergrupo de artistas em evidência à época. O singleo álbum vídeoclipe renderam cerca de 55 milhões de dólares. Foi produzido pelo maestro Quincy Jones, que também fez a regência do grupo vocal. A vendagem atingiu 7 milhões de cópias só nos Estados Unidos, tornando-se um dos singles mais vendidos de todos os tempos." WIKIPÉDIA

      Nós preparámos esta versão com a ajuda da professora de Inglês e do professor de Educação Musical, para vos apresentarmos neste dia de S.Martinho que, segundo reza a lenda, foi alguém que também repartiu os seus bens com os que mais precisavam.




quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Tradições ciganas

As minhas tradições…
(etnia cigana)

Eu sou de etnia cigana com muito orgulho. Temos muitas tradições mas eu vou falar das mais importantes. Como por exemplo, quando os cães uivam, para nós é mau. Temos a nossa língua portuguesa mas também temos uma língua que se chama o “romanó”, é a língua que não podemos falar para pessoas que não sejam da nossa etnia, se o fizermos é um erro que cometemos na vida.
Temos a nossa tradição nos casamentos, eles duram três ou quatro dias, os baptizados também. Antigamente, referiam-se ao da etnia cigana dos “ pailhos “ a maneira de vestir, de falar, etc… E agora já não, as roupas das ciganas são como as das “ lacurrilhas “. Em Moimenta da Beira ainda há ciganas com os nossos costumes: andarem de saias compridas,  de chinelos , etc… Nós cá no Sátão e em Viseu já não, as solteiras e as casadas andam de calças, de sapatilhas…
O que eu gosto na minha etnia é a língua que temos, o “ romanó”, porque nós podemos estar a falar com uma pessoa da nossa etnia, podemos trata-lo bem e ele não entende, mas também o podemos tratar mal, que também não entende. Gosto da tradição que temos nos casamentos pois há muita diversão.
O que não gosto na nossa etnia é as meninas de etnia cigana não podem usar telefone, facebook e não podemos estar à frente dos nossos pais com um rapaz, porque senão levamos uma sova. Mas às vezes nós, meninas de etnia cigana, somos espertas e fazemos um facebook sem os nossos pais saberem, mas depois quando eles descobrem é complicado.
Mas pronto, apesar de termos estes costumes que eu não gosto, eu tenho muito orgulho de ser cigana, todos os dias agradeço a Deus por me ter feito cigana.
Obrigada pela vossa atenção….

(uma aluna da nossa turma)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Músicos de Bremen - continuação da história

“ (…)Desde esse dia, os ladrões nunca mais se arriscaram a entrar na casa, o que foi ótimo para os quatro músicos de Bremen, que nela se instalaram, vivendo tão regaladamente que nunca mais quiseram sair.
E quem por último a contou, ainda a boca não lhe esfriou.”


Mas a história não acaba aqui!
Nós ajudamos os irmãos Grimm a continuar esta aventura…


Mas passado um tempo, fartaram-se de viver ali e puseram-se ao caminho. Continuaram a andar até que encontraram um urso que, com um pau, estava a mexer numa colmeia a tentar tirar mel. O burro aproximou-se e perguntou-lhe:
- Queres juntar-te a nós?
- Para quê? – Perguntou o urso com olhar resmungão.
- Ficas como maestro na nossa banda.
- Ok – respondeu o urso.
E lá foram eles pelos campos, chuvas e tempestades. Finalmente, chegaram a Bremen, onde havia tanta gente que nem sabiam onde se haviam de meter.
Foram, então, à Casa da Música onde pediram à segurança Raposa:
- Podemos falar com o coordenador Cavalo?
- Agora não, porque ele está muito ocupado! – Respondeu a Raposa.
Mas eles esperaram e esperaram, até que finalmente ele saiu do gabinete. Nesse instante, eles perguntaram-lhe:
- Acha que podemos entrar para a Casa da Música e formar uma banda?
- Não! – Respondeu o Cavalo, indo-se embora.
Eles ficaram desiludidos, mas o Burro, que é um animal pouco esperto, teve uma ideia inteligente.
- Vamos formar a nossa própria banda de música.
Passado um ano, eram a melhor banda da cidade.
 Tiago Correia e Diogo Sousa.




  

No dia seguinte mudaram de ideias e pensaram em tentar voltar para suas casas. Quando chegaram, os donos perceberam que os tinham tratado um pouco mal e pediram desculpa. Passados alguns dias, juntaram-se numa floresta e fizeram a sua própria banda, à qual chamaram “Os quatro amigos”.
A banda tinha muito sucesso e o nome da banda também ajudava a terem mais sucesso. Os quatro amigos, a partir daí, ficaram ainda mais amigos e os donos ficaram mais contentes com os seus animais.

Simão e Sérgio





Os quatro músicos sentiram-se tão bem naquela casa que nunca mais quiseram de lá sair. Até que um dia se lembraram do seu antigo sonho e resolveram fazer-se à estrada.
Passado algum tempo, chegaram a Bremen onde procuraram a banda da cidade. Fizeram as audições, mas não passaram, por isso decidiram criar a sua própria banda. Tiveram tanto sucesso que viajaram pelo mundo todo. Mas depois de um determinado concerto deram conta que afinal estavam na terra onde lhes tinha surgido esse sonho.
Como já tinham saudades foram, cada um, procurar a sua casa onde estavam os últimos vestígios dos seus donos já mortos e decidiram continuar a sua carreira naquela terra.
Mariana, Carolina e Letícia




Passado algum tempo, decidiram construir uma banda que se chamava “Bucogalo” e essa banda teve muito sucesso.
Os ladrões foram presos, a banda deles foi evoluindo e cada vez mais arranjaram mais colegas para a sua banda e foram felizes para sempre.
Janice e Taísa




Decidiram então fazer daquela casa uma Casa de Música. Quando formaram a Casa, decidiram espalhar por todo o lado a notícia que teria aberto uma Casa de Música em Munique.
Passado algum tempo, tiveram muito sucesso e aquela casa foi reconhecida em todo o mundo.
Tomé, Guilherme e Luís


  
O burro, como já estava velhinho, decidiu voltar para casa. Pegou no seu i-phone e pesquisou no Google Maps a sua velha quinta. Seguiu o trajeto e quando chegou a Vouzela deu conta que a sua quinta estava reduzida a cinzas e o dono estava nos cuidados intensivos do hospital de Viseu. Alugou, então, um carro no Rent-a-car e seguiu para Bremen.
Lá, encontrou os amigos falidos e decidiu ensinar-lhes técnicas de Metal que aprendeu no Youtube. O cão tocava guitarra – uma Epiphone, o gato tocava órgão, o galo era rapper e o burro metalofone. Depressa se tornaram num grupo viral na Net: gostos no Instagram, likes no Twitter, snaps no Snapchat, stories no Facebook, mensagens no Whatsapp e adoros no Musica.ly. Apareciam em todas as capas de revistas – Caras, Visão e Lux, no Jornal M e no telejornal, entrevistas exclusivas, etc.
Entretanto, o burro sofre um AVC e morre. O resto do grupo passa a viver na casa da avó do gato, uma solteirona com 30 gatos e passaram a dar mais valor ao tricô!
Mafalda, Matilde e Francisca


  
Passado algum tempo, saíram da casa dos ladrões e decidiram voltar para casa dos seus donos. Quando lá chegaram, os donos ficaram muito admirados e zangados ao mesmo tempo. Só que, como estavam muito felizes por vê-los, nem pensaram em ficar zangados, pois tinham muitas saudades deles.
A dona do galo não o matou, a dona do gato não o afogou, o dono do cão não o matou e o dono do burro não se livrou dele.

Tatiana, Eva e Fernanda



Eles criaram a sua própria banda em que se chamavam "Os Grimm". O burro era o alaúde, o gato xilofone, o cão timbale, o galo era o cantor. Certo dia, encontraram-se com os ladrões e interrogaram-nos:
- Querem fazer parte da nossa banda?
- Sim, queremos.
Daí em diante, os ladrões faziam teatro enquanto os animais cantavam, assim as pessoas entretinham-se. Praticavam todas as manhãs. A banda foi crescendo muito e ganharam muito dinheiro. Assim, foram fazendo os seus próprios materiais com a sua empresa.
Mas houve um dia em que tiveram de acabar com a banda por causa da idade.
Leandro, Tiago Lopes e Rui

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Entrevistas pensadas e realizadas por nós

TIAGO ESTEVES, enfermeiro além-fronteiras
Muito boa tarde, o meu nome é Matilde Costa Esteves, sou aluna da Escola Básica Ferreira Lapa, do sexto ano, da turma D. Hoje, no âmbito da disciplina de Português, vou entrevistar o Enfermeiro Tiago Esteves.
Tiago Davide Pereira Esteves, nasceu a 10 de novembro de 1983 em S. Martinho de Orgens em Viseu. Licenciado pela Escola Superior de Saúde de Viseu, encontra-se neste momento a exercer a sua profissão na Suíça, em Lausanne.
- Boa tarde Sr.Tiago, como está? Pronto para a entrevista?
-Boa tarde, Matilde. Pronto e ansioso para ouvir o que tem para me perguntar! Veremos se lhe posso ser útil e se a posso ajudar, por isso…Prontíssimo!
- Como apareceu a Enfermagem na sua vida? O que queria ser quando era mais novo?
-Olhe, a Enfermagem surge assim meio por acaso. Quando era mais novo queria ser o “Senhor do lixo”, bombeiro, astronauta como qualquer criança da minha idade naquela altura. Depois com a idade queria ser jogador de futebol, músico…sei lá, tanta coisa! Depois, na universidade passei pelas Línguas, Desporto, pela Química e acabo na enfermagem, um pouco para fazer a vontade da minha mãe e como vê…ainda ando por cá!
- Não sendo uma primeira opção, sente-se realizado? É feliz com a sua profissão?
-Sou muito feliz…acredito que nada acontece por acaso e que se calhar já queria ser enfermeiro e não sabia! Não foi a primeira opção, porque nunca a tinha posto sequer como opção, foi mais isso, porque a enfermagem cativou-me quase desde o primeiro contacto com a realidade, penso que terá sido no meu primeiro estágio, num lar de idosos. Foi aí que senti aquele “click”, afinal é isto quero fazer “quando for grande” (deve estar a pensar então mas já não era grande? Sim, mas nem sempre sabe o que se quer fazer da vida com 17/18 anos).
- Fale-me um pouco daquilo que faz…o que mais gosta e o que menos gosta?
-Ui, isso dava para umas largas horas de conversa e não sei se tem tempo para isso… Fazemos um pouco de tudo num hospital, num Centro de Saúde, num Lar…mas se tivesse que resumir diria que cuidamos de pessoas. Acho que é isso que faço no meu dia-a-dia, cuido de pessoas. Fazemos a promoção da saúde, prevenção de doenças… administramos tratamentos médicos, fazemos pensos, damos vacinas que as crianças adoram! (risos) Depois há todo um trabalho no acompanhamento dos doentes e das suas famílias, para que possam recuperar as suas capacidades. Assim resumidamente: o que mais gosto é de trabalhar com pessoas e o que menos gosto é da mesma coisa. Eu explico: é que trabalhar com pessoas traz-nos coisas muito boas, mas quando as coisas não correm bem, temos de saber lidar com o reverso da medalha, com a dor, com a frustração … Por isso fazemos parte de uma equipa multidisciplinar com médicos, outros enfermeiros, auxiliares e outros técnicos de saúde o que nos permite falar e expor sentimentos e vivências de forma a compensar os nossos momentos menos bons no trabalho.
- Pelo que me diz, parece-me muito importante o trabalho em equipa, gosta disso … ou prefere, em certas situações, trabalhar sozinho?
-Gosto muito, mas como dizia antes, trabalhar com pessoas tem aspectos positivos e negativos… falar sobre isso dar-nos-ia “pano para mangas”… Mas sim, é muito importante trabalhar em equipa na minha área, uma equipa muito vasta, cada um com o seu papel, com as suas funções. Somos uma peça de engrenagem numa máquina com mais umas outras tantas dentro para que se possa fazer um bom trabalho. Trabalhar sozinho, apenas com o doente é também muito importante para se criar empatia com ele e depois claro como em qualquer profissão…também precisamos de momentos só para nós…de calma, de silêncio.
- O Sr. Tiago está na Suíça, quando ainda estudava já lhe passava pela cabeça sair do país?
Penso que quando era mais novo, sim… até porque sou filho de emigrantes, mas a determinada altura não. Quando se é feliz no nosso país, ninguém pensa em sair…eu também não sou excepção. Aconteceu…também assim meio por acaso mas, profissionalmente, tem sido uma experiência muito boa e enriquecedora em todos os aspectos, já pessoalmente…
-Presumo que tenha sido uma mudança radical, quais os aspectos positivos e negativos da mesma?
-Se foi! Ir para um país diferente é sempre uma mudança radical… a língua (neste caso o francês, embora já o falasse não o praticava regularmente), outra cultura, outros costumes… outra cidade, outras pessoas… tudo novo! Depois a parte logística, encontrar casa, começar um trabalho novo… Uma mudança RADICALÍSSIMA!
-Os aspectos positivos, a experiência de conhecer um país novo, melhores condições de trabalho, etc. Aspectos negativos são o mais fácil… a distância, as saudades de casa, dos familiares… depois a comida, o clima, a integração a uma nova cultura, mas a isto acabamos por nos adaptar com o tempo, as saudades é que não… essas apenas aumentam com o tempo, o mesmo que nos ajuda na adaptação… é um processo inverso.
- Pretende voltar?
-Ia já amanha! Quando aparecer a oportunidade volto de certeza, tudo o que me faz feliz está em Portugal. Tudo, por isso volto sem hesitar. Arranja-me emprego? Estou a brincar!
- Consegue apontar as diferenças entre trabalhar em Portugal e na Suíça?
-Na enfermagem, no cuidar de pessoas, não encontro muitas… o objectivo é o mesmo e as formas de lá chegar também, nas técnicas também não encontro muitas. A maior diferença serão as pessoas, na Suíça há pessoas de muitas nacionalidades que falam outras línguas, de outras culturas e isso é diferente daqui. Lausanne é uma cidade mais cosmopolita que Viseu o que nos obriga a uma quase adaptação diária no trato das pessoas. Depois, no geral, diria que são as condições de trabalho e financeiras que nos são oferecidas, essa será mesmo a principal diferença.
- E trabalhar com pessoas de outros países, como é? Fácil, difícil? 
-Ao princípio pode parecer difícil, outras línguas, outras formas de estar, de pensar mas depois com o tempo, aprende-se muito desta mescla de culturas.
-Por exemplo, é muito interessante estar a fazer tarde no trabalho com um colega congolês, outro italiano, um outro canadiano e ainda um espanhol… imagina as conversas que isto pode dar? Só coisas boas podem vir desta mistura, aprendemos a gostar do país uns dos outros, ficamos com amigos em cada parte do globo e temos onde ficar alojados se quisermos viajar! Mas falando de trabalho, aprende-se muito porque cada um aprendeu a fazer de forma diferente e isso expande o nosso conhecimento.
- Que mensagem gostaria de deixar aqueles que pensam em ir além – fronteiras?
-Olhe, o conselho que posso deixar é que, pela experiência, vale a pena viver num país diferente do nosso: abre-nos horizontes e faz com que aprendamos coisas novas todos os dias. Depois que emigrar tem de ser algo ponderado e muito bem estudado, porque a princípio não é nada fácil, o período de adaptação, que exige sacrifícios e que não é fácil, mas que apesar de tudo vale a pena. Mas não há nada melhor que o nosso cantinho ”à beira-mar plantado” e que é aqui que somos felizes! Somos Portugueses, para quê mudar?!
- Muito obrigado pela atenção dispensada. Foi muito interessante esta conversa pois permitiu-me conhecer um pouco mais da sua profissão e também conhecer mais um português que leva o nosso país e a portugalidade por esse mundo fora.



Entrevista
Carlos Alberto Cabral de Sousa, nasceu em Portugal, em 16 de novembro de 1970, numa aldeia de Penalva do Castelo. É casado, tem duas filhas e mora em Serrazela, Sátão.


Carolina - Qual é o seu sonho de criança?
O meu sonho era ter uma Rulote de Cachorros.
Quando era criança, que profissão gostava de ser em adulto?
Ser piloto de aviões, andar por cima das nuvens.  
 Com que brincava em criança?
Brincava com um pau e fingia que era uma mota, aos cowboys e índios com os meus colegas. Nas tardes livres no outono eu e os meus colegas íamos apanhar míscaros para a professora. Quando fazia os trabalhos de casa à noite tinha de ser à luz do candeeiro a petróleo, porque não havia luz elétrica na minha aldeia.
Até que ano de escolaridade frequentou?
Eu frequentei até ao 11º ano de dia, e acabei o 12º ano de noite, já depois de casado e a trabalhar.
Já emigrou?
Nunca emigrei e nunca tive ideias de sair de meu país.
Qual é a sua profissão neste momento?
Eu trabalho numa fábrica de cerâmica e sou modelador.
Como surgiu a ideia de fazer peças de cerâmica em casa?
Foi porque na empresa onde eu trabalho não conseguíamos fazer um copo de cerâmica nas máquinas. E foi aí que perguntei a um colega se havia outras maneiras de fazer cerâmica e aprendi que se podia fazer cerâmica manualmente. Passados algum tempo alguém me perguntou se conseguia fazer um míscaro e consegui fazer vários tipos de míscaros e outros tipos de peças.
Muito obrigada pelo seu tempo.

De nada.

sábado, 23 de setembro de 2017

E já estamos no 6º ano...

Já começaram as aulas e ainda bem!
A primeira partilha deste ano é o que se segue.
A professora de Português fez um apanhado das ideias que cada um de nós escreveu e surgiu  este texto. Aproveitamos para vos desejar um bom ano letivo e desejar que sejam muito felizes!

O que me faz feliz

            A felicidade pode encontrar-se em pequenas coisas da nossa vida.
            A mim, uma das coisas que me faz feliz é praticar desporto, sobretudo futebol, andar de bicicleta ou nadar. Também gosto muito de andar nos Escuteiros, brincar com os meus amigos e passar algum tempo com os meus animais e ensinar-lhes truques. Além disso, também fico feliz quando vou às compras com a minha mãe ou com a minha irmã e quando recebo prendas. Gosto muito de chegar a casa, tomar um banho e relaxar depois de uma tarde de trabalho no campo. Ver TV também é um dos meus passatempos preferidos.
            Mas o que me deixa mesmo muito feliz é estar junto da minha família e saber que sou amada por eles. Da mesma maneira que também gosto de ver os outros felizes, porque assim eu também sou feliz.
            Gosto muito de poder cuidar de mim, ter sucesso nos estudos e ter orgulho naquilo que faço. Gosto de ser e de fazer os outros felizes.


terça-feira, 20 de junho de 2017

Atividades de final de ano

Nós não podíamos deixar de participar na Festa de Música de final de ano. 😉🎤🎵

Cantámos "Todas as ruas do amor", de Flor-de-Lis, em modo karaoke.




Uns dias antes, também participámos em mais uma peça de teatro, através do Clube de Leitura.










segunda-feira, 5 de junho de 2017

As energias do 5ºD

Olhem só os trabalhos que fizemos em Educação Tecnológica!











terça-feira, 2 de maio de 2017

Visita de Estudo ao Porto

Na sexta feira, dia 21 de abril, fomos ao Porto. Aproveitando o tema em estudo nas aulas de Português, deixamos aqui algumas cartas que escrevemos a amigos e familiares, a contar como foi essa viagem!


                                                                                                                   
                                                                                                  Sátão, 24 de Abril de 2017

Querida irmã,
Olá Mana, como é que estás? O que tens feito?
Estou a escrever-te para te contar a minha visita de estudo, que fiz na sexta-feira, ao Porto.
Eu fui ao” Wold of Discoveries”, andamos de cruzeiro e nós éramos para ir ao Palácio da Bolsa, mas depois não fomos.
Na visita de estudo, estava envolvidos a minha turma e várias outras turmas, professores e funcionários.
Eu senti-me muito feliz por andar de barco e de ir ao Museu.
Eu, a partir desta visita, aprendi mais sobre os descobrimentos e que não se deve ter medo de andar de barco.
Eu queria que tu escrevesses uma carta a contar uma visita de estudo tua.
          
                Cumprimentos da tua adorável irmã.

                                                                                                                        Carolina


  
Sátão, 24 de abril de 2017


            Querida Lu,

            Espero que esta carta te encontre muito feliz. Por aqui está tudo bem, muitas actividades e empenho para este 3º período.
            Mas voltando ao mais importante, escrevo esta carta para te contar o que eu fiz no dia 21 de abril, durante a minha visita de estudo ao Porto.
            A viagem demorou 2 horas, ao som de música, barulho, risos e alegrias… mas foi deveras uma diversão.
            Iniciámos a visita no Museu dos Descobrimentos, mais conhecido por “ World of Discoveries”. Consistia numa viagem de barco por salas decoradas, alusivas às terras que os Portugueses conquistaram. O Brasil era a “sala” mais bonita! Uma sala cheia de vida, iluminada com verdes da natureza e cores vivas de animais.
            Já de barriguinha cheia do almoço subimos a bordo de um mini-cruzeiro que nos levou numa viagem encantadora pelo rio Douro através de 6 pontes, onde admirámos paisagens, sons, cheiros e culturas. Uma grande dose de cultura!
            Quando acabou a viagem, dirigimo-nos para o Palácio da Bolsa, mas infelizmente já não tínhamos vaga, porque o barco tinha atrasado.
            Por isso aproveitamos para brincar e conviver.
            Foi muito divertido, mas acabei por não aproveitar a viagem a cem por cento, porque a minha máquina fotográfica tinha desaparecido. Mas está descansada, porque ela estava escondidinha na minha mala do lanche!
            Beijinhos grandes do outro lado do Atlântico!

P.S.: Aguardo a tua resposta.


Matilde Costa Esteves


Sátão, 24 de abril de 2017
Olá, padrinho

Como estás?
Por aqui está tudo bem.
Hoje decidi escrever-te, porque esta sexta-feira, 21 de abril, tive a minha visita de estudo ao Porto, que queria muito contar-te!
De manhã fomos ao “Museu dos Descobrimentos” onde aprendemos várias coisas e também andamos de barco.
Depois do almoço fui com a minha turma e os meus professores andar nos “Minis Cruzeiros das 6 Pontes” onde tínhamos uma vista incrível.
Foi muito divertido!
Gostava que um dia fosses lá comigo, porque é muito giro, eu pelo menos gostei.
Espero que esteja tudo bem!

Cumprimentos da tua afilhada que tanto te adora,

                                                                                            Mariana

                                                           
                                                                                       Sátão, 24 de abril de 2017
Querida priminha,
Como estás? O que tens feito?
Decidi pegar na caneta e no papel para te contar a minha Visita de Estudo.
A minha Visita de Estudo foi na sexta-feira, dia 21 de abril, ao Porto.
Fomos ao “ World of Discoveries ” e ao “ Mini-cruzeiro das seis pontes “.Era para irmos ao Palácio da Bolsa mas não tínhamos vaga - que pena! Eu gostei muito de ir ao “ World of Discoveries”, onde vesti a roupa do século xv e andei de barco por onde os descobridores estiveram; também gostei muito do “ Mini cruzeiro das seis pontes”, foi tão bonito receber com a brisa do vento na cara!
Fomos com os 5ºs e 6ºs anos. Eu adorei esta Visita de Estudo, foi muito divertida e interessante!
E tu? Como foi a tua Visita de Estudo?

Beijinhos muito quentinhos!

                                                                    Mafalda 

quinta-feira, 30 de março de 2017

História e Geografia de Portugal

Vejam também os nossos magníficos trabalhos em 3D produzidos para a disciplina de HGP, com a ajuda dos nossos familiares.













Semana da Leitura

Ao longo desta semana, participamos em diversas atividades para assinalar a importância da leitura na formação pessoal de cada um de nós. Ler e "saber" ler é fundamental para nos orientarmos, para tomarmos decisões, para sermos críticos do mundo que nos rodeia.
Dentro da sala de aula também dedicamos alguns minutos "a mais" à leitura em si. Além da atividade "Silêncio, vamos ler", que consistiu leitura silenciosa durante 30 minutos, dentro da sala de aula, também a nossa colega Matilde nos presenteou com a leitura de vários poemas de José Jorge Letria. No fim, todos nós contribuímos com um verso inventado por nós e criámos um poema em conjunto.
Ficam algumas imagens das atividades em que participamos...